Celebrar é Preciso!
- 18 de mar. de 2025
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Aclamai o Senhor, por toda a terra. Servi o Senhor com alegria. Vinde, entrai exultantes em sua presença. Sabei que o Senhor é Deus: ele nos fez, e a ele pertencemos. Somos o seu povo e as ovelhas de seu rebanho. Entrai cantando sob seus pórticos, vinde aos seus átrios com cânticos; glorificai-o e bendizei o seu nome, porque o Senhor é bom, sua misericórdia é eterna e sua fidelidade se estende de geração em geração (Sl 99[100]).
O salmista, nesse grande louvor ao criador, nos coloca numa celebração e nos onde fazemos ação de graças, ele nos coloca numa missa, portanto, nos coloca na liturgia. Em toda celebração litúrgica temos os motivos apresentados por ele para louvarmos a Deus: é ao próprio Deus a quem louvamos; Ele é nosso criador; pertencemos a Ele; Ele é bom, fiel e nos ama.
Mas, o que é a Liturgia? Originalmente era concebida, entre os gregos como o serviço do povo em favor do povo, uma obra pública. Consolidou-se como o conjunto de práticas protocolares ligadas a certos cargos estatais, religiosos ou mesmo em empresas.
Em nosso âmbito católico, é a expressão da participação dos homens na obra de Deus por meio do culto divino e do anúncio do Evangelho. Ela é obra de Cristo, ação da Igreja e fonte de vida no Espírito Santo que implica a participação consciente, ativa e frutuosa de todos.
“Com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo. Nela, os sinais sensíveis significam e, cada um à sua maneira, realizam a santificação dos homens; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo - cabeça e membros - presta a Deus o culto público integral. Portanto, qualquer celebração litúrgica é, por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, ação sagrada por excelência, cuja eficácia, com o mesmo título e no mesmo grau, não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja.” (SC, n. 7, grifo meu).





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